La Gran Dame Veuve Clicquot

Safra rara homenageia a mulher que criou o primeiro champagne rosé de assemblage da história

Veuve Clicquot apresenta La Grande Dame Rosé 2018, cuvée que celebra o espírito visionário de Madame Clicquot. Conhecida por seus contemporâneos como “la grande dame de la Champagne”, ela rompeu com a tradição em 1818.

Naquele ano, combinou vinhos tintos selecionados de Bouzy, vilarejo Grand Cru, com seu vinho branco. Nascia assim o primeiro champagne rosé de assemblage de que se tem registro.

A safra 2018 marca os 200 anos dessa abordagem pioneira e é a 11ª edição da cuvée desde sua criação, em 1988. A Maison a produz apenas em anos considerados excepcionais para a Pinot Noir, o que reforça sua raridade.

Bouzy, a terra que fascinou Madame Clicquot

Madame Clicquot sempre dedicou atenção especial aos vinhos tintos de Bouzy, que considerava entre os melhores de Champagne por sua finesse, estrutura e riqueza. Já em 1812, ela enviava esses vinhos a clientes, muitas vezes junto a pedidos de champagne.

Correspondências da época atestam a qualidade desses vinhos tranquilos, cuja produção e seleção ela supervisionava pessoalmente. O domínio que desenvolveu na elaboração deles é comparado ao seu conhecimento dos grandes crus da Borgonha:

“Existe, de fato, em Champagne, uma encosta chamada Bouzy, que sempre produziu vinhos tintos tranquilos de excelente qualidade e sabor delicado.” — Madame Clicquot, 15 de novembro de 1833

L’Art du Pinot Noir, a assinatura da Maison

Há mais de dois séculos, Veuve Clicquot cultiva L’Art du Pinot Noir segundo a visão estabelecida por Madame Clicquot. Delicada e exigente, a variedade reflete a singularidade de cada safra e revela a complexidade da região.

Essa uva é considerada a verdadeira assinatura enológica da Maison, associada a precisão, energia e elegância. Didier Mariotti, chef de cave da casa, resume o resultado obtido na safra 2018:

“La Grande Dame Rosé 2018, generosa e precisa, revela L’Art du Pinot Noir por meio da elegância e da complexidade do rosé.” — Didier Mariotti, chef de cave da Veuve Clicquot

Clos Colin, o coração da safra

A cuvée nasce de uma assemblage de Pinot Noir dos vinhedos históricos da Montagne de Reims, complementada por Chardonnay da Côte des Blancs. A segunda variedade traz frescor, finesse e um leve toque salino ao conjunto.

O vinho tinto vem exclusivamente do Clos Colin, parcela Grand Cru emblemática de Bouzy adquirida pela Maison em 1741. Ampliada para 1,3 hectare sob orientação de Madame Clicquot, cada uva ali é selecionada para preservar a expressão do terroir.

O Clos Colin conta com exposição solar ideal e solo argilo-calcário enriquecido com areia e partículas minerais. A combinação garante boa drenagem e estresse hídrico moderado, condições que concentram os componentes dos bagos.

Uma vinificação que privilegia elegância e finesse

As uvas passam por duas etapas de seleção, primeiro no vinhedo e depois na chegada às instalações de vinificação, mantendo-se apenas os cachos mais saudáveis. Em seguida, são desengaçadas com cuidado e maceradas a frio em tanques de aço inoxidável.

A fermentação, acompanhada por pigeage e remontagem, extrai gradualmente taninos, cor e estrutura. O processo resulta em um vinho tinto de taninos macios, tonalidade rubi brilhante e aromas de cereja, framboesa e groselha, com notas de especiarias.

Uma safra moldada pelo clima de 2018

O ano de 2018 teve condições climáticas contrastantes: um inverno chuvoso seguido de um verão longo e quente resultou em colheita excepcional. A combinação beneficiou a profundidade e o equilíbrio aromático da Pinot Noir.

As diferentes expressões da uva na Montagne de Reims se complementam: encostas norte trazem verticalidade e estrutura, enquanto as do sul aportam textura e sedosidade. Esse equilíbrio define o caráter singular da safra 2018.

Embalagem sustentável e personalizável

La Grande Dame Rosé 2018 chega ao mercado com uma nova embalagem, produzida inteiramente em papel 100% reciclado. A distribuição do produto é realizada exclusivamente por vias terrestre e marítima, reforçando o compromisso ambiental da Maison.

A fita de cada estojo pode ser personalizada com uma mensagem ou nome de até 78 caracteres, tornando a safra um presente refinado para ocasiões especiais.

Gastronomia do Jardim: sabores em diálogo com o terroir

Desde 2021, La Grande Dame também se expressa por meio da Gastronomia do Jardim, iniciativa que reúne 14 chefs com estrelas Michelin. Entre eles estão Enrico Crippa, Kanji Kobayashi, Luke Selby, Lucas Brocheton, Dario Cadonau e Michaël Vrijmoed.

A proposta coloca os vegetais no centro do prato: os chefs buscam ingredientes no Jardim de Verzy, que produz mais de 300 variedades de frutas, legumes e ervas por técnicas de permacultura. O espaço está enraizado no mesmo solo das uvas de La Grande Dame.

Para Didier Mariotti, essa proximidade entre vinhedo e horta não é acidental, e ele explica o vínculo entre os dois projetos:

“La Grande Dame e a Gastronomia do Jardim estão intimamente ligadas. Ambas nascem da terra e do trabalho humano, recordando-nos o ciclo das estações e as características únicas do solo.” — Didier Mariotti, chef de cave da Veuve Clicquot

Cada harmonização concebida para a safra 2018 convida os amantes do vinho a descobrir a profundidade e a elegância da cuvée por meio de criações culinárias sazonais e sustentáveis.

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