Marca destaca como a seleção da matéria-prima influencia sabor, textura, rendimento e qualidade dos atomatados
Existem mais de 10 mil variedades de tomate cultivadas no mundo, mas apenas uma pequena parcela reúne as características necessárias para a produção de molhos industriais. O tomate voltado ao processamento é bem diferente daquele destinado ao consumo in natura: precisa entregar maior rendimento, concentração de polpa, coloração intensa e equilíbrio entre sabor e textura.
Durante o período de safra, concentrado entre julho e outubro, a seleção da matéria-prima ganha ainda mais peso. É nessa etapa que fatores como grau de maturação, teor de sólidos solúveis (Brix), coloração e qualidade dos frutos determinam o desempenho do tomate na indústria — e as características do produto que chega à mesa do consumidor.
Do campo à fábrica: como funciona a seleção
Líder nacional na categoria de molhos de tomate, a Fugini acompanha esse processo desde o campo, por meio de uma cadeia produtiva estruturada em parceria com produtores especializados. Após a colheita, os tomates seguem para a fábrica, onde passam por análises laboratoriais que avaliam maturação e padrão de qualidade antes do início do processamento.
A escolha da matéria-prima também influencia diretamente a aplicação de cada produto. Na fábrica, diferentes tipos de polpa permitem desenvolver texturas específicas, de versões lisas e sem pedaços a opções com pedaços de tomate, atendendo às diversas ocasiões de consumo presentes no portfólio da marca.
Clean label e redução de aditivos
Esse cuidado se estende a toda a produção dos atomatados da companhia. Desde 2016, a Fugini vem revisando suas formulações com foco no conceito de clean label. Atualmente, 72% do portfólio da empresa não possui conservantes, e os molhos de tomate são produzidos sem adição de açúcar e corantes, além de redução de sódio.
A durabilidade dos produtos é garantida pela combinação entre pasteurização e embalagens desenvolvidas para preservar o alimento, permitindo armazenamento em temperatura ambiente antes da abertura.
O tomate por trás de uma revolução na embalagem
O tomate também está no centro de uma das principais transformações da categoria. Em 2005, a Fugini lançou o primeiro molho de tomate pronto em sachê (stand-up pouch) do Brasil, substituindo embalagens tradicionais de vidro e lata por um formato mais leve, prático e eficiente para transporte e armazenamento. A inovação contribuiu para ampliar o acesso à categoria e influenciou a evolução do mercado brasileiro de atomatados.
Mais do que o principal ingrediente dos molhos, o tomate representa o ponto de partida de uma cadeia que reúne agricultura, tecnologia e controle de qualidade. Da escolha da variedade ao envase final, cada etapa contribui para garantir sabor, rendimento e consistência dos produtos que fazem parte da rotina dos brasileiros.
