Mesmo com o recente aumento de preços, o ovo se consolida como a escolha inteligente para 2025
Em um cenário onde alimentação saudável e acessível é prioridade, o ovo se destaca como a escolha inteligente para 2025. Rico em proteínas completas, vitaminas e minerais, ele combina nutrição, versatilidade e baixo impacto ambiental. De acordo com Lúcia Endriukaite, nutricionista do Instituto Ovos Brasil, “o ovo é um superalimento que fortalece o organismo de forma sustentável e econômica”.
Fazendo um breve comparativo sobre a qualidade nutricional dos ovos com outros alimentos, temos bons dados:
Comparativo de teor proteico e custo médio por quilo no Brasil:
- Ovo: 13g de proteína/100g | Custo médio: R$ 20-25/kg
- Carne vermelha (patinho): 26g de proteína/100g | Custo médio: R$ 40-50/kg
- Frango (peito): 31g de proteína/100g | Custo médio: R$ 25-30/kg
- Peixes (tilápia): 20g de proteína/100g | Custo médio: R$ 35-40/kg
- Maracujá: 2g de proteína/100g | Custo médio: R$ 10-15/kg
Ovo: a escolha inteligente para 2025 em nutrientes e saúde
O ovo oferece benefícios que vão além das proteínas:
- Proteínas de alta qualidade: Contém todos os aminoácidos essenciais para reparação muscular e saúde da pele, ossos e sistema nervoso.
- Vitaminas A e B12: Fortalecem visão, cognição e produção de energia.
- Antioxidantes (selênio, luteína): Protegem células e visão contra danos oxidativos.
- Saúde cardiovascular: Estudos comprovam que o consumo moderado não eleva o colesterol ruim (LDL) e pode aumentar o HDL (“colesterol bom”).
Sustentabilidade e cultura alimentar
Com pegada de carbono 30% menor que a carne bovina, o ovo é uma opção ecoeficiente. O Brasil já consome 269 ovos per capita/ano (ABPA, 2024), reflexo de sua produção acessível e adaptação a diferentes culturas culinárias.
Versatilidade no dia a dia
Incluir ovo na dieta é simples e prático:
- Café da manhã: Omeletes com vegetais.
- Lanches: Ovos cozidos ou soufflés de legumes.
- Refeições principais: Adicione a pratos de arroz, saladas ou massas.
Fonte: Instituto Ovos Brasil e Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
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