Como a gastronomia sustentável transforma práticas industriais no Brasil
A gastronomia sustentável consolida-se como estratégia fundamental para empresas brasileiras do setor alimentício, promovendo transformações significativas em processos produtivos e modelos de negócio. No Dia da Gastronomia Sustentável, celebrado em 18 de junho e instituído pela ONU, observa-se crescente adoção de práticas responsáveis que integram eficiência energética, redução de desperdícios e inovação em embalagens. Marcas líderes como Fugini exemplificam essa revolução através de investimentos estruturais em tecnologia limpa e economia circular.
Fugini lidera transformação sustentável com tecnologia de biomassa
A Fugini, líder nacional em molhos de tomate e vegetais, implementa práticas pioneiras de gastronomia sustentável em suas unidades de Monte Alto (SP) e Cristalina (GO).
A empresa investe em caldeiras ecológicas de biomassa que convertem resíduos orgânicos do próprio processo produtivo – sobras de milho, tomate e cavacos de eucalipto – em energia limpa.
Inovação em processos produtivos sustentáveis
Essas caldeiras eliminam completamente as emissões de dióxido de enxofre e possibilitam o reaproveitamento do vapor gerado, promovendo significativa redução no consumo de recursos hídricos. Com quase três décadas no mercado, a companhia mantém processos industriais estruturados focados em inovação, tecnologia e controle rigoroso de qualidade em cada etapa produtiva.
A empresa também investe continuamente em automação e sistemas modernos que garantem segurança alimentar, inclusive para produtos que podem conter traços de alergênicos. Esses investimentos refletem uma visão ampla alinhada ao conceito de sustentabilidade que envolve toda a cadeia produtiva, desde o cultivo até o consumo final.
O compromisso da Fugini com ingredientes naturais e práticas sustentáveis evidencia-se em suas linhas de milho e tomate, onde prioriza formulações sem conservantes artificiais e promove redução de sal, açúcar e gorduras na maioria dos produtos.
Embalagens inovadoras e responsabilidade ambiental são parte da gastronomia sustentável
A Fugini foi pioneira no lançamento de embalagens tipo sachê para atomatados e primeira empresa mundial a embalar vegetais nesse formato. Essa inovação representa uma das soluções mais eficazes e seguras para preservação de alimentos, demonstrando como a gastronomia sustentável pode ser aliada à praticidade e segurança alimentar.
A empresa mantém comprometimento com produtos saudáveis e rótulo limpo (clean label), não utilizando conservantes artificiais em suas formulações. Seus produtos estão presentes em todas as regiões brasileiras, atendendo às necessidades nutricionais da população com responsabilidade ambiental e atenção ao custo final.
Como destacado pela própria empresa:
“Produzir com consciência faz parte da missão da empresa, que valoriza ingredientes naturais e práticas sustentáveis.”
Investimentos em tecnologia sustentável transformam setor alimentício
O setor de alimentos e bebidas brasileiro experimenta crescimento significativo em investimentos direcionados à sustentabilidade e inovação tecnológica.
A agricultura de precisão, que envolve o uso de tecnologias avançadas, representa oportunidade fundamental para melhorar eficiência da produção, minimizar desperdícios e promover práticas mais sustentáveis.
Tendências globais em inovação alimentar
A agricultura vertical e o cultivo indoor emergem como tendências promissoras, permitindo cultivo de ampla variedade de alimentos em ambientes controlados, maximizando espaço disponível e reduzindo uso de produtos químicos. Essas tecnologias representam soluções práticas e sustentáveis que estão moldando o futuro da alimentação.
O mercado nacional também observa crescimento em investimentos para segurança alimentar e sustentabilidade. A indústria alimentícia necessita de grande influxo de capital para enfrentar riscos emergentes que ameaçam fornecimento e acessibilidade de alimentos, investindo em tecnologias que aprimorem eficiência, reduzam desperdício e garantam sustentabilidade a longo prazo.
Empresas brasileiras demonstram crescente engajamento com práticas responsáveis. A educação alimentar desempenha papel fundamental como ferramenta essencial para promover escolhas conscientes, com chefs criando receitas que combinam inovação gastronômica com sustentabilidade.
Economia circular e redução de desperdícios
A implementação de práticas de economia circular ganha destaque no setor, com empresas desenvolvendo soluções inovadoras para reaproveitamento de subprodutos. Operadores do foodservice conseguem reduzir desperdícios e aumentar resultados operacionais através de tecnologias e marketplaces especializados, contribuindo também para sustentabilidade.
A Ticket atua como catalisadora de mudanças no segmento de alimentação fora do lar. Sua pesquisa anual Barômetro revela que 91% dos brasileiros exigem práticas anti-desperdício em restaurantes – índice 19% acima da média global. O estudo fornece insights que incentivam estabelecimentos a adotar medidas como porções ajustáveis e reaproveitamento integral de alimentos.
Além de fomentar workshops para comerciantes, a marca conecta consumidores a restaurantes comprometidos com a sustentabilidade. Dados do Barômetro indicam que 78% dos estabelecimentos brasileiros já implementam ações concretas, impulsionando um mercado estimado em R$ 300 bi anuais.
“A pesquisa funciona como ferramenta de engajamento, sinalizando que práticas sustentáveis são valorizadas pelos consumidores.” – Ticket/Edenred Brasil
O combate ao desperdício de alimentos representa prioridade nacional, considerando que o Brasil figura entre os países com maior volume de perdas alimentares. Iniciativas empresariais focam em tecnologias que otimizam aproveitamento de matérias-primas e desenvolvem novos produtos a partir de subprodutos anteriormente descartados.
Investimentos em automação industrial e sistemas de monitoramento contribuem para maior precisão nos processos produtivos, reduzindo perdas e aumentando eficiência energética. Essas tecnologias permitem controle mais rigoroso da qualidade e rastreabilidade completa da cadeia produtiva.









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