Avanços em agricultura de precisão, irrigação inteligente e manejo sustentável consolidam a marca Fugini como referência em responsabilidade produtiva
Em um ano marcado por instabilidade climática e desafios para o setor agroindustrial, a Fugini encerra a safra de tomate 2025 com resultados sólidos, destacando estabilidade produtiva, qualidade do fruto e eficiência nas práticas de campo. A empresa alcançou bons números e um desempenho consistente mesmo diante de quebras de maturação, chuvas fora de época e a incidência de viroses registradas em outras regiões produtoras.
Dados do IBGE indicam que a produção brasileira de tomate em 2025 deve alcançar aproximadamente 4,7 milhões de toneladas, com pequena queda de 0,4% sobre o produzido em 2024. Goiás se mantém como o maior produtor nacional, respondendo por mais de um terço da produção brasileira, com destaque para os municípios de Cristalina, Silvânia e Morrinhos.
Desafios climáticos e fitossanitários da safra
A safra de 2024 enfrentou adversidades climáticas que provocaram chuvas intensas no início do ano durante a etapa de transplante das mudas, além da proliferação de pragas acelerada pelas altas temperaturas.
No Paraná, o tomate de segunda safra apresentou produtividade de apenas 38,7 toneladas por hectare, bem abaixo da meta, com desempenho fraco atribuído a ondas de calor e à ocorrência de novas pragas.
Apesar do cenário desafiador, a Fugini manteve sua produtividade acima da média do setor, reforçando seu compromisso com uma agricultura moderna, responsável e orientada por dados.
Tecnologia como diferencial produtivo
Com o uso intensivo de tecnologia, inteligência agronômica e manejo sustentável, a empresa ampliou o uso de agricultura de precisão e irrigação inteligente, com monitoramento quase 100% online das áreas de cultivo. Essa tecnologia permite decisões assertivas sobre horários e volumes de irrigação, otimizando o uso da água e reduzindo desperdícios.
O mapeamento de fertilidade do solo por taxa variável direcionou a aplicação de fertilizantes apenas onde e quando necessário, promovendo equilíbrio nutricional, maior produtividade e menor impacto ambiental.
O uso de sensores, softwares de monitoramento e ferramentas digitais de rastreabilidade fortalece o controle de cada etapa da produção, oferecendo suporte técnico em tempo real e permitindo o acompanhamento detalhado do desenvolvimento das lavouras.
Seleção estratégica e manejo do solo
A seleção estratégica de híbridos adaptados às condições climáticas e ao perfil de solo também contribuiu para manter a qualidade e a estabilidade da safra.
Além da tecnologia, o ciclo foi marcado por boas práticas de manejo do solo, incluindo o uso de plantas de cobertura que preservam a estrutura física, reduzem a erosão e favorecem a fertilidade natural.
Capacitação e sustentabilidade
O investimento contínuo em capacitação das equipes de campo e o alinhamento com protocolos sustentáveis garantiram maior eficiência e previsibilidade nos resultados.
O estado de Goiás se destaca pelo alto rendimento médio das lavouras, alcançando 93,4 toneladas por hectare, um desempenho 23,5% superior à média nacional, reflexo do investimento em tecnologia e inovação agrícola que vem sendo implementado pelas empresas do setor.
Cenário nacional e perspectivas
A tomaticultura goiana vem avançando ao longo dos anos, com área de cultivo que saltou de 10,0 mil hectares em 2015 para 15,7 mil hectares em 2024, um crescimento de 56,8%. Para a produção de 2025, Goiás foi estimado em aproximadamente 1,4 milhão de toneladas, mantendo sua posição como maior produtor nacional de tomate.
O setor enfrentou oscilações de preços ao longo do ano. No atacado de Curitiba, a caixa de 20 kg do tomate tipo extra AA longa vida foi de R$ 60 em janeiro a um pico de R$ 150 em março, recuando posteriormente para R$ 80. Sazonalmente, há redução nos preços no mês de julho devido à maior oferta, e aumento a partir de outubro, quando as condições climáticas não são ideais, gerando menor disponibilidade do produto.
Consolidação como referência setorial
Com esse conjunto de ações, a Fugini consolida sua atuação como uma das indústrias mais estruturadas tecnicamente no cultivo de tomate no Brasil.
O fechamento da safra de 2025 reforça o posicionamento da marca como referência em inovação, sustentabilidade e excelência técnica, pilares que seguirão guiando a empresa nos próximos ciclos produtivos, com foco em estabilidade, qualidade e responsabilidade no campo.
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