cozinhas industriais tratamento de residuos

A alta nos preços dos alimentos tem um impacto significativo não só no bolso do consumidor como também nas cozinhas industriais, o que aumenta os custos de produção e reduz a margem de lucro

Além de negociar melhores preços com fornecedores, a redução de desperdícios de alimentos tem sido uma das saídas que o segmento de cozinhas industriais tem adotado para mitigar a alta dos valores e não afetar suas finanças. A implantação de biodigestores pode ser uma saída para quantificar, controlar e processar os descartes de resíduos de alimentos, trazendo diversos benefícios para a operação, resultado financeiro das empresas e meio ambiente.

O processo de descarte dos resíduos orgânicos é longo e contempla várias etapas e custos, como mão de obra para fazer a logística interna para manuseio do lixo, sacos para lixo, câmara fria para armazenagem, caçamba e a coleta. Sem contar os riscos atrelados, como insalubridade, pois os sacos de lixo, às vezes, rasgam, o ambiente fica sujo e pode contaminar os alimentos.

“As empresas têm uma redução de 20% a 25% na média no custo financeiro, comparando a locação do biodigestor comparado com o descarte para o aterro sanitário”, diz Eduardo Prates, fundador e CEO da Eco Circuito.

Isso sem contar a redução do desperdício de alimentos, já que é possível fazer a gestão dos descartes, a partir dos relatórios e indicadores gerados pelo equipamento. E, ainda, cumpre com seu papel social de contribuir com o lixo zero e a sustentabilidade do planeta.

Inovação tecnológica trata os resíduos de alimentos dentro das cozinhas industriais

Com mais de dez anos no mercado, a empresa brasileira Eco Circuito é pioneira no fornecimento de digestores aeróbicos. O Biodigestor ECO-PRO faz a prevenção e destinação carbono neutro de resíduos de alimentos para cozinhas industriais e edificações comerciais em todo o Brasil.

“O equipamento integra automação no processamento de descartes com pesagem automática, trazendo eficiência nos controles da operação com geração de indicadores e relatórios personalizados”, detalha Prates.

Essa funcionalidade permite simplificar a destinação de resíduos e, ao mesmo tempo, identificar as causas dos desperdícios para promover melhorias nos processos internos de planejamento e produção de refeições. No funcionamento do biodigestor, as sobras são jogadas dentro do equipamento, que vira um “líquido”. Lá dentro vai para a caixa de gordura. Óleo e água são separados e, depois, seguem para a estação de tratamento.

O equipamento pode ser alugado ou comprado (os clientes, em sua maioria, preferem a locação). Além de compacto e não demandar grandes espaços ou adequações de infraestrutura, é plug and play e pronto para uso. Qualquer alimento, seja cru ou cozido, incluindo frutas, folhas, legumes, proteínas, farináceos, entre outros, pode ser descartado no biodigestor. Como o processo é anaeróbico, a presença de oxigênio inibe a produção de gases e odores fortes.

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