carne premium sustentável soubeef

Produto reflete pecuária regenerativa no Vale do Araguaia atendendo mercado de carne premium que exige sustentabilidade e qualidade

No crescente mercado de carnes nobres, não basta ser premium. É preciso ser sustentável e mais saudável! Isso significa usar produtos provenientes de animais criados sob os mais modernos sistemas de sustentabilidade e sem uso de antibióticos como promotor de crescimento. Com isso, o consumidor agora tem a opção de uma carne mais natural, mais benéfica para a saúde e, assim, muito saborosa.

Unindo a tradição e os valores familiares à pecuária inovadora, a Soubeef buscou o blend perfeito de raças Angus e Nelore originados e selecionados para alcançar o melhor resultado gastronômico. A carne de animais bem tratados em processos de pecuária sustentável é mais saborosa, tenra e suculenta. As cores são mais vivas e os aromas mais ricos.

Sistema regenerativo impacta qualidade dos cortes de carne premium

O sistema regenerativo de criação do gado utilizado pela Soubeef impacta diretamente os cortes preferidos dos amantes de churrasco, como picanha, fraldinha e costela; os cortes favoritos da alta gastronomia para preparos mais sofisticados; e também cortes para a cozinha caseira do dia a dia, trazendo mais qualidade às receitas clássicas na vida das pessoas.

“Conhecedores de alta gastronomia valorizam a qualidade e origem do ingrediente e sabem que o cuidado na criação dos animais é percebido de forma nítida à mesa. Por isso, as terras escolhidas para criar o gado são um verdadeiro santuário de fauna e flora do Cerrado”, comenta Caio Penido, fundador do Grupo Sou, detentor da marca.

O bem-estar animal tem se consolidado como um dos principais indicadores da sustentabilidade na agricultura brasileira. Empresas como a Marfrig anunciaram recentemento o cumprimento de metas de auditoria externa das informações públicas de bem-estar animal, demonstrando a crescente importância deste tema no setor.

Fazenda Água Viva como referência nacional

A carne da Soubeef tem origem na Fazenda Água Viva, localizada em Cocalinho, no Vale do Araguaia (MT). A propriedade nasceu para ser exemplo na produção de carne bovina sustentável seguindo os mais modernos manejos de bem-estar animal. E já é reconhecida por certificados como o programa Flagship Farmers do McDonald’s, o Instituto Onça-Pintada (IOP), o Prêmio Planeta Campo, oferecido pelo Canal Rural, como a fazenda mais sustentável em 2022 e pelo Padrão de Agricultura Sustentável da Rainforest Alliance em 2020.

Caio Penido, proprietário da fazenda Água Viva e da Soubeef, foi um dos fundadores de um dos projetos mais inovadores e transformadores da pecuária brasileira: a Liga do Araguaia, idealizada em 2014 como um movimento focado na adoção de boas práticas agropecuárias, intensificação sustentável, valorização do carbono e da biodiversidade.

Liga do Araguaia como pioneira em carbono neutro

A Liga teve contribuição fundamental para a pecuária brasileira ao mostrar que existem muitos produtores dispostos a produzir com sustentabilidade, conservando a biodiversidade. Seu primeiro projeto foi o Carbono Araguaia, que, como ferramenta específica, monitorou a redução de emissões resultante da adoção de Boas Práticas Agropecuárias em cerca de 79 mil hectares de pastagens, em 24 fazendas. O impacto de mitigação compensou parte das emissões das Olimpíadas do Rio de Janeiro, mostrando ao mundo, com exemplos, que a pecuária sustentável pode ser uma aliada do clima.

Além desse, outros projetos como o Campos do Araguaia, o Conserv no Araguaia, o Araguaia Sustentável, entre outros, trouxeram avanços significativos na redução de emissões e conservação legal da biodiversidade regional. Também esteve à frente da implementação de sistemas inovadores de monitoramento e verificação, essenciais para que o produtor tivesse mais eficiência e recebesse, de fato, pelos serviços ambientais prestados.

“Estamos falando de uma pecuária sustentável onde o gado é criado livre e à sombra de muitas árvores, gerando uma produção de baixo carbono e conservação da biodiversidade local. Como resultado, este modelo valoriza e reposiciona o alto padrão da carne brasileira diante das exigências do mercado externo, além de ser reconhecido pelo consumidor final aqui no mercado interno”, comenta.

Trajetória familiar e consciência ambiental

O empresário Caio Penido tem um longo histórico na defesa e inovação em pecuária sustentável. Ele é neto do topógrafo e agropecuarista Pélerson Penido, que fundou – no final dos anos 70 – a Fazenda Roncador, localizada em Querência (MT), a maior propriedade rural do Brasil. Ao passar boa parte da infância e da adolescência entre a cidade e o campo, cercado pela natureza multicultural do Vale do Araguaia, Caio desenvolveu sua consciência ambiental.

“Eu cresci achando que a fazenda era um lugar especial, um refúgio de fauna e biodiversidade. Entendi que a percepção dos brasileiros da cidade sobre o campo estava distorcida e que, além de produzir alimentos, eu tinha a missão de estabelecer um diálogo entre esses dois mundos”, conta.

Grupo Sou conecta campo e cidade

Essa vontade de comunicar o que realmente acontece no campo estimulou Caio a se firmar como articulador cultural e cineasta ativo no registro das múltiplas realidades integradas do Brasil central. Nos últimos 15 anos, atuou fortemente para mobilizar produtores, sindicatos rurais, ONGs e prefeituras em torno de histórias positivas de agropecuária sustentável.

Ele também fundou o Grupo Sou, que conecta o campo à sociedade urbana por meio de iniciativas como a própria marca Soubeef; os hotéis ecoturísticos Refúgio Santo Rei, no Mato Grosso, e Vila Santo Rei, na Bahia; e a produtora Encruzilhada Filmes, criada em 2002 para ampliar o debate sobre uma vida mais sustentável.

Liderança em articulação setorial

Ao longo dos anos, o perfil realista, sensato e conciliador deu à Caio Penido grande capacidade de articulação e diálogo propositivo, levando ao mundo a mensagem de que produzir e conservar é possível. Como liderança, já foi presidente da Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável, unificando discursos, implantando projetos focados em estimular uma pecuária mais sustentável e lucrativa, e convencendo até ONGs internacionais radicais a mudarem sua estratégia de conservação.

Atualmente, preside o Instituto Mato-Grossense da Carne (IMAC), no qual seu principal projeto é o Passaporte Verde, um sistema de monitoramento socioambiental que demonstra ao mercado a regularização de propriedades rurais e realizando uma comunicação que mostre que nossa pecuária é muito mais sustentável que a dos nossos concorrentes.

Como nome relevante nas principais mesas de discussão, tem sido convidado para participar de debates globais em eventos como as Conferências do Clima da ONU (COP), representando o agronegócio brasileiro. Em seu discurso, sempre enfatiza que o Brasil pode contribuir para dois grandes temas globais: a segurança alimentar, a partir da possibilidade de intensificação e aumento da produção de alimentos; e a segurança climática, com uma produção tropical eficiente, de baixo carbono e conservadora da biodiversidade por lei.


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