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_Inovação e Sustentabilidade_
Drones agrícolas transformam pulverização no campo
Após escapar de um incêndio aéreo, Eduardo Goerl fundou a Arpac, startup que desenvolve drones agrícolas com foco em eficiência e segurança. A empresa nacionalizou sua tecnologia, conquistou aceleração da BASF e atraiu investimento da Yamaha. Suas soluções são aplicadas em cana-de-açúcar, florestas e controle de pragas com precisão e menor impacto ambiental. Em 2025, a previsão é faturar R$ 7 milhões e expandir sua atuação, oferecendo serviços como combate a incêndios e reabilitação de áreas degradadas. A estratégia da Arpac reforça como a automação aérea pode reconfigurar práticas agrícolas, reduzindo custos, maximizando rendimento e promovendo sustentabilidade operacional nas lavouras brasileiras.
Leia mais: AgFeed

Blockchain garante segurança alimentar e transparência nas cadeias logísticas
A tecnologia blockchain ganha espaço como aliada no combate à fraude alimentar, problema que movimenta cerca de US$ 40 bilhões por ano. Ao criar registros permanentes e auditáveis em toda a cadeia produtiva, a solução torna possível verificar origem, autenticidade e conformidade dos alimentos. Grandes empresas vêm adotando essa tecnologia para rastrear insumos, validar selos orgânicos e evitar adulterações. Além de aumentar a segurança do consumidor, o blockchain melhora a governança das cadeias agroindustriais e reduz riscos reputacionais. Trata-se de um avanço que fortalece a rastreabilidade, atende exigências regulatórias e impulsiona a confiança na origem dos alimentos comercializados globalmente.
Leia mais: Forbes

Alternativa proteica vegana usa farinha de girassol
Pesquisadores do ITAL e da Unicamp, em parceria com a Fraunhofer IVV, desenvolveram uma carne vegetal à base de farinha de girassol — subproduto da extração de óleo. Após remoção de cascas e compostos fenólicos, obteve-se uma matéria-prima proteica e de sabor neutro. Duas formulações foram testadas: uma com grãos torrados e outra com proteína texturizada, ambas combinadas com tomate em pó, especiarias e óleos vegetais. A versão com proteína texturizada se destacou por apresentar boa firmeza e altos teores de ferro, zinco e magnésio. O estudo aponta o girassol como solução promissora para o mercado de alimentos plant-based.
Leia mais: EurekAlert!

_Logística e Comércio Exterior_
Exportação de peixes ornamentais ganha novo mercado
O Brasil acaba de abrir oficialmente o mercado uruguaio para a exportação de peixes ornamentais, fortalecendo um segmento que também integra o agronegócio. A cadeia produtiva envolve manejo ambiental, genética, nutrição, transporte e certificações sanitárias, destacando-se pela sofisticação técnica e valor agregado. A nova autorização representa avanço nas relações comerciais regionais e sinaliza uma estratégia de diversificação das exportações agropecuárias brasileiras. Além disso, impulsiona criadores locais, amplia oportunidades logísticas e posiciona o País como fornecedor qualificado nesse nicho global. A medida reflete a força do agronegócio além dos grãos e proteínas, valorizando atividades de menor escala, mas alto potencial econômico.
Leia mais: Forbes

_Mercado e Investimentos_
Nutrição personalizada melhora rentabilidade nas granjas
A personalização de dietas animais deixou de ser tendência para se tornar prática essencial em granjas que buscam maior lucratividade. O processo começa com a análise do ambiente de produção, das matérias-primas disponíveis, do clima e dos desafios sanitários. A partir desses dados, é possível ajustar a composição nutricional conforme os objetivos específicos do produtor — seja redução de custos, maior ganho de peso ou melhoria na conversão alimentar. Essa abordagem estratégica permite mais eficiência no uso de insumos e melhores resultados zootécnicos. Empresas como a Kemin defendem esse modelo como chave para garantir competitividade e produtividade sustentável ao setor.
Leia mais: Portal do Agronegócio

Instabilidade global cria janela para o agro latinoamericano
Apesar do cenário de incerteza econômica global, o agronegócio latino-americano pode se beneficiar das mudanças geopolíticas e tarifárias. Segundo a Moody’s, as tensões entre Estados Unidos e China vêm redesenhando fluxos comerciais, abrindo oportunidades para exportadores do Brasil e Argentina, especialmente em grãos e proteínas. A demanda chinesa permanece sólida, enquanto países como México e Colômbia enfrentam maior pressão por sua dependência do mercado norte-americano. No Brasil, empresas com presença internacional e operações logísticas robustas tendem a se fortalecer. O contexto exige agilidade estratégica, mas confirma o papel da região como fornecedora central no novo tabuleiro global do agronegócio.
Leia mais: Money Times

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Drones agrícolas transformam pulverização no campo
Blockchain garante segurança alimentar e transparência nas cadeias logísticas
Alternativa proteica vegana usa farinha de girassol
Exportação de peixes ornamentais ganha novo mercado
Nutrição personalizada melhora rentabilidade nas granjas
Instabilidade global cria janela para o agro latinoamericano








