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_Inovação e Sustentabilidade_
Mistura maior de etanol na gasolina é aprovada pelo Governo
O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou a elevação da mistura de etanol anidro na gasolina de 27% para 30%, com início em 1º de agosto, e do biodiesel de 14% para 15%. A medida, além de atender metas ambientais, poderá gerar redução de até R$ 0,11 por litro de combustível, promovendo economia significativa, especialmente para motoristas de aplicativo. Estima-se uma queda anual de 1,7 milhão de toneladas nas emissões de CO₂. A decisão tem como pano de fundo o avanço da produção nacional de combustíveis renováveis e o fortalecimento da cadeia bioenergética brasileira, reforçando o papel estratégico do agro na transição para uma matriz energética mais limpa.
Leia mais: Exame

Sustentabilidade no agro brasileiro surpreende FAO
Durante visita ao Brasil, a diretora-adjunta da FAO, Beth Bechdol, demonstrou surpresa positiva com o nível de inovação e responsabilidade socioambiental adotado no campo brasileiro. Ao participar do congresso da Ifama em Ribeirão Preto, destacou o uso disseminado de tecnologias, o manejo racional de recursos e a crescente adoção de práticas sustentáveis como pilares da produção nacional. Bechdol reconheceu o esforço do país em produzir mais com menos impacto, ressaltando que o setor agrícola brasileiro evolui em direção a um modelo equilibrado entre produtividade e conservação ambiental, desafiando estereótipos e reforçando a relevância global do Brasil na segurança alimentar sustentável.
Leia mais: Globo Rural

Carbonext e NaturAll Carbon avançam na agricultura regenerativa
As empresas Carbonext e NaturAll Carbon anunciaram parceria estratégica para impulsionar projetos de agricultura regenerativa com certificação internacional. Atuando de forma complementar, as companhias utilizarão metodologias reconhecidas, como a VM0042 da Verra, para desenvolver práticas de sequestro de carbono no solo e recuperação de áreas degradadas. Técnicas como rotação de culturas, plantio direto e cobertura vegetal serão aplicadas em propriedades de grande escala, incluindo fazendas da AMAGGI, já envolvidas no projeto-piloto. A iniciativa alinha rentabilidade à regeneração ambiental, ampliando o papel do agronegócio na mitigação das mudanças climáticas e criando oportunidades de mercado para créditos de carbono oriundos da produção agrícola.
Leia mais: AgroRevenda

IA no agro exige uso estratégico e ético
O avanço da inteligência artificial no setor agroalimentar levanta tanto entusiasmo quanto desafios. Um alerta recente destaca que os CEOs devem ir além das promessas de eficiência e enfrentar questões estruturais como governança, ética algorítmica, impacto no emprego e segurança de dados. Embora a IA prometa ganhos operacionais e decisões mais assertivas, sua adoção indiscriminada pode gerar distorções e riscos reputacionais. O uso responsável dessa tecnologia exige planejamento, transparência e alinhamento com os objetivos reais do negócio. A mensagem é clara: inovar é essencial, mas apenas com critérios sólidos será possível transformar a IA em valor duradouro para o agronegócio.
Leia mais: Forbes

_Mercado e Investimentos_
Syngenta quer criar o “Nubank do agro”
A Syngenta, por meio de sua fintech Syde, está desenvolvendo uma plataforma de crédito rural com inspiração nos bancos digitais, buscando revolucionar o acesso ao financiamento no campo. A proposta é criar uma solução ágil, segura e digital, que atenda desde pequenos produtores até grandes propriedades, com redução da burocracia e melhor avaliação de risco. A iniciativa surge em resposta a gargalos históricos no crédito agrícola brasileiro, especialmente na ponta mais vulnerável da cadeia. Ao democratizar o acesso aos recursos, a empresa pretende fomentar uma nova era de inclusão financeira no agronegócio, contribuindo para produtividade e resiliência do setor.
Leia mais: Bloomberg Línea

Demanda de milho para produção de etanol supera suinocultura
A produção de etanol já se tornou o terceiro maior destino do milho no Brasil, superando a suinocultura e ficando atrás apenas da avicultura e da bovinocultura. A informação foi divulgada por Anderson Galvão, da Céleres Consult, e evidencia a crescente importância dos biocombustíveis no consumo de grãos. O aumento da capacidade industrial e a atratividade econômica do etanol de milho têm transformado a dinâmica da oferta e da demanda no mercado interno. Esse movimento reforça a interligação entre os setores energético e agrícola, com efeitos sobre preços, planejamento de safras e estratégias logísticas em regiões produtoras.
Leia mais: Forbes

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Mistura maior de etanol na gasolina é aprovada pelo Governo
Sustentabilidade no agro brasileiro surpreende FAO
Carbonext e NaturAll Carbon avançam na agricultura regenerativa
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Syngenta quer criar o “Nubank do agro”
Demanda de milho para produção de etanol supera suinocultura








